Engenharia Civil



A importância do Engenheiro Civil na sociedade


A importância da Engenharia Civil é tão grande que se torna praticamente impossível pensar o mundo sem a sua presença. Mas, se num exercício de imaginação aconseguíssemos criar uma cidade sem a sua intervenção, ela certamente se reduziria a um amontoado de barracos isolados, sem comunicação, energia ou sistema de água e esgoto. O caos, enfim.
O engenherio civil é, de longe, o profissional mais importante quando o assunto é estrutura. Só ele está habilitados a lidar com projetos e construções de edifícios, estratas, túneis, metrôs, barragens, portos, aeroportos e até usinasde geração de energia. Com seu conhecimento, escolhe os lugares mais apropriados para uma construção, verifica a solidez e a segurança do terreno e do material usado na obra, fiscaliza o andamento do projeto e também o funcionamento e a conservação da rede de água e a distribuição de esgotos.


História da Engenheira Civil

Mas antes que conquistasse o prestígio e alcançasse o desenvolvimento que tem hoje, foi preciso que a Engenharia percorresse um longo trajeto de seis mil anos, desde que o homem deixou as cavernas e começou a pensar numa moradia mais segura e confortável para a sua família. Já os templos, os palácios e os canais, que foram marca registrada na Antigüidade, começaram a fazer parte da paisagem cerca de dois mil anos depois do aparecimento das primeiras habitações familiares.
Foi na Idade Média, quando o Império Bizantino sofria ataques freqüentes de outros povos, que a Engenharia ganhou novo e decisivo impulso. Entre os séculos VI e XVIII, os conhecimentos da área foram aproveitados sobretudo para fins militares, como a construção de fortalezas e muralhas ao redor das cidades. A atividade religiosa, principalmente na Idade Média, périodo em que a Igreja foi uma força paralela ao Império, impulsionou a construção de catedrais cada vez mais suntuosas.

Ao longo de sua História, a Engenharia foi amealhando quase só sucessos. Vez por outra, até suas eventuais falhas se tornaram célebres como no caso da Torre de Pisa, construída na cidade de Pisa, na Itália, no século XII, em solo incapaz de sustentá-la, hoje, ela apresenta uma inclinação de cinco metros em relação ao solo e, não fossem os inúmeros recursos da mais moderna tecnologia ali empregados, já teria tombado. Mas a torre italiana pode ser considerada um acidente de percuso, embora esteja longe de ser o único. Afinal, naquela época não havia escolas de Engenharia Civil e o conhecimento era limitado. Foi só no século XVIII que as escolas começaram a se formar, a partir da fundação da École de Ponts et Chaussées, em 1747, na França.
No Brasil, a Engenharia deu seus primeiros passos, de forma sistemática, ainda no período colonial, com a construção de fortificações e igrejas. Logo em 1549, com a decretação do Governo Geral, o engenheiro civil Luiz Dias foi incumbido pelo "governador das terras do Brasil", Tomé de Souza, de levantar os muros da cidade de Salvador (BA), a capital. Dias acabou construindo também o edifício da alfândega e o sobrado de pedra-e-cal da Casa da Câmara e Cadeia, que se tornou célebre como o primeiro do gênero na colônia. Mas a crição de uma escola de Engenharia Civil brasileira só se daria 258 anos depois, com a chegada da Família Real ao País, em 1808, e a conseqüente fundação da Real Academia Militar do Rio de Janeiro. Seu objetivo era formar oficiais da artilharia, além de engenheiros e cartógrafos. Em 1842, a academia foi transformada em Escola Central de Engenharia e, 32 anos depois, convertida em curso exclusivo de Engenharia Civil. Essa instituição é, hoje, a Escola Nacional de Engenharia.
Organizada em instituições, a Engenharia Civil ganhou estudos mais sistematizados e as cidades passaram a crescer vertiginosamente, numa velocidade nunca antes registrada. Vieram os altos edifícios, as pontes quilométricas, o sistema de saneamento básico, as estradas pavimentadas e o metrô. Para construir obras tão distintas, o engenheiro precisou adquirir conhecimento profundos em pelo menos cinco grandes áreas: estruturas, estradas e transportes, hidráulica e saneamento, geotecnia, materiais e construção civil. São essas modalidades que hoje compõem a base dos currículos das escolas de Engenharia Civil.


Mercado de Trabalho

O campo de trabalho é vasto, mas está relacionado diretamente com a situação econômica do país. Se estivermos passando por uma fase desenvolvimentista, certamente sobra vagas para esse profissional. O engenheiro civil pode trabalhar em escritórios de construção civil, indústrias, empresas construtoras, serviço público, instituições específicas,
bancos de desenvolvimento e investimento. Apesar de o mercado de trabalho ser vasto ele também é muito competitivo, para ter mais chances no mercado de trabalho é necessário, além do diploma de engenheiro civil, conhecimentos de finanças, inglês, espanhol, para que possam começar bem na carreira. Sem contar que é preciso que tenha facilidade para raciocínio lógico.
A remuneração dos recém-formados fica na faixa dos oitos salários mínimos determinados pelo CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetuta e Agronomia, de São Paulo), mas é comum o engenheiro sênior de boas referências atingir R$ 4.000,00 mensais, e o que chega à área de gerenciamento, R$ 8.000,00. Ou ainda se o engenheiro tiver uma formação sólida ele pode prestar serviços como profissional autônomo. Os bons engenheiros civis trabalham por conta própria.


Curso


Laboratório de Engenharia Civil

O curso tem em média duração de cindo anos. Tendo no seu currículo no mínimo as seguintes matérias: matemática, quimica, processamento de dados, desenho, eletricidade, resistência dos materiais, fenômenos da transporte,

ciências sociais, economia, administração, ciências do ambiente, topologia, mecânica dos solos, hidrologia aplicada, hidráulica, teoria das estruturas, materias de construção civil, sistemas estruturais, transporte básicos e construção civil. Podendo se especializar nas seguintes áreas: transporte, mecânica dos solos, saneamento, hidráulica, construção civil, estruturas e fundações.
Tendo que ter 360 horas de estágio obrigatório.
Para que possa exercer a profissão além do diploma, é claro, o engenheiro civil deve, antes, obter a habilitação concedida pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea).


Entrevista:

O entrevistado é Marcelo de Jesus Fernandes, formado em 1986, na universidade Camilo Castelo Branco.

"Entrevistador" - Porque você escolheu a profissão de Engenheiro Civil?
"Marcelo" - Desde pequeno gostava de desenhar casas, fazer calculos matemáticos, então decide pela engenharia civil.

"Entrevistador" - Como foi para você conseguir seu primeiro emprego?
"Marcelo" - Eu sou autonomo.

"Entrevistador" - Como esta o mercado de trabalho?
"Marcelo" - Esta muito ruim, não tem muita oportunidade de emprego.

"Entrevistador" - Qual é a sua previsão para o futuro?
"Marcelo" - Se não mudar a economia, vai piorar mais ainda. O governo precisa fazer algo para que o país cresce, com isso temos mais serviços.


Escolas e links:




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